A diária para os automóveis nos depósitos  ficarão mais caras

Taxa de liberação de veículos rebocados fica 9,8% mais cara

De acordo com a resolução, os valores serão reajustados anualmente

A diária para os automóveis nos depósitos ficarão mais caras

A diária para os automóveis ficarem nos depósitos passou de R$ 62,01 para R$ 68,14 / Reprodução

Os motoristas que pararem seus carros em estacionamentos irregulares na cidade do Rio deverão pagar mais para conseguir tirar os veículos dos depósitos da prefeitura.

O ajuste, divulgado em Diário Oficial nesta segunda-feira (31), mostra que a cobrança ganha um aumento de 9,8% na tabela de diária e remoção.

De acordo com a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), veículos de passeio e vans passam a pagar R$ 168,67 pela taxa de remoção, antes o valor era R$ 153,48.

A diária para os automóveis ficarem nos depósitos passou de R$ 62,01 para R$ 68,14.

O reajuste anterior ocorreu em setembro do ano passado e foi de 7,8%. De acordo com a resolução, os valores serão reajustados anualmente, tomando por base de correção o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo e Especial (IPCA-e) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para motocicletas, a taxa de remoção de subiu de R$ 76,73 para R$ 84,32 e a diária foi de R$ 30,99 para R$ 34,05. Já para os ônibus e caminhões, a cobrança salta de R$ 306,98 para R$ 337,37, enquanto a diária que era de R$ 124,05 agora é de R$ 136,33.

 

Fonte: Band

Linha 4 do Metrô abrirá domingo para o segundo turno da eleição

Linha 4 do metrô abrirá aos sábados a partir do dia 5

Segundo concessionária, em dezembro trens até a Barra começa operar aos domingos e com horários iguais aos das linhas 1 e 2

 

Linha 4 do Metrô abrirá domingo para o segundo turno da eleição

A estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca – Márcia Foletto / Agência O Globo

 

 

A Linha 4 do metrô (Ipanema-Barra) começa, a partir do próximo dia 5, a operar aos sábados. Inicialmente, o horário será restrito, como nos dias de semana (das 6h às 21h). De acordo com a concessionária Metrô Rio, somente em dezembro, em data que ainda será definida, o passageiro poderá contar com o transporte também aos domingos. E somente no último mês do ano a Metrô Rio também promete o fim do horário restrito: a Linha 4 passará a operar no mesmo esquema das Linhas 1 e 2: de segunda a sábado, de 5h à meia-noite, e aos domingos, de 7h às 23h.

Conforme o GLOBO já noticiou, o horário restrito e o fechamento nos fins de semana têm levado muitos moradores a voltar à dura realidade enfrentada antes da nova ligação metroviária: ônibus cheios, intervalos irregulares e engarrafamentos maçantes. A secretaria estadual de Transportes argumenta que a concessionária Metrô Rio tem usado os horários fora de operação para fazer testes e finalizar a instalação do sistema de piloto automático (faltam ainda 40% das obras), importante item para manter a segurança e a regularidade no intervalo entre os trens.

Segundo a secretaria estadual de transportes, de a abertura à população, dia 19 de setembro, a Linha 4 tem atendido, em média, a 85 mil passageiros por dia.

De acordo com a secretaria de transportes, a Estação Gávea está com 42% dos serviços de escavação concluídos e ainda falta escavar 1,2 quilômetro de túnel entre o Alto Leblon e a Gávea. A secretaria explica que, inicialmente, “a estação teria uma plataforma, porém o licenciamento ambiental determinou a ampliação da estação, com a construção de duas plataformas paralelas, permitindo maior flexibilidade para futuras expansões. O detalhamento do projeto da estação Gávea está em elaboração.” Segundo a secretaria, “o Governo do Estado busca fontes de recursos para executar a obra.”

Fonte: O Globo

Corte de cabelo para doação a pacientes com câncer

Corte de cabelo para doação a pacientes com câncer

Para acontecer a doação do cabelo, a mecha precisa ter no mínimo 20 cm

Corte de cabelo para doação a pacientes com câncer

A doação acontece até às 19h / Divulgação/Metrô Rio

A campanha de corte de cabelo com o objetivo de conseguir mechas para pacientes de tratamento com câncer chega ao seu último dia, nesta quarta-feira (26), na estação Carioca do MetrôRio.

Até às 19h, os passageiros poderão não só cortar os cabelos, como doar os fios para o programa Força na Peruca, da Fundação Laço Rosa.

Além do instituto, a ação é realizada pela Sociedade de Dermatologia, Exímia e pelo salão Werner Coiffeur.

O programa Força na Peruca ensina a arte da perucaria por meio de curso profissionalizante e aulas práticas.

Ao final, as perucas produzidas são doadas para pacientes com câncer em tratamento quimioterápico. A mecha a ser doada deve ter, no mínimo, 20 centímetros.

Fonte: Band | UOL

Linha 4 do Metrô abrirá domingo para o segundo turno da eleição

Linha 4 do Metrô abrirá domingo para o segundo turno da eleição

Serviço ficará disponível das 7h às 21h para o deslocamento dos eleitores

Linha 4 do Metrô abrirá domingo para o segundo turno da eleição

A estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca – Márcia Foletto / Agência O Globo

A Linha 4 do Metrô, que liga Ipanema à Barra da Tijuca, abrirá, neste domingo, em razão do segundo turno das eleições. A linha vai funcionar das 7h às 21h, para facilitar o deslocamento dos eleitores até os locais de votação.

Em novembro, a nova linha começará a operar aos sábados, das 6h às 21h. Atualmente, o embarque ocorre de segunda a sexta, no mesmo horário.

A expectativa é que, em dezembro, a Linha 4 funcione em horário integral – das 5h à meia-noite, de segunda a sábado, e das 7h às 23h, aos domingos e feriados – assim como as Linhas 1 e 2.

Para acessar as estações da Linha 4, os passageiros podem optar pelo ticket unitário do metrô ou qualquer cartão de bilhetagem eletrônica, como o Bilhete Único. Não é necessário pagar outra passagem para fazer a integração com as demais linhas do sistema. Na estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca, é possível fazer a integração com o BRT, pagando tarifa de R$ 7 utilizando qualquer cartão RioCard cadastrado.

CERCA DE 1,7 MILHÃO DE PASSAGEIROS

Em funcionamento há mais de um mês, a Linha 4 já transportou aproximadamente 1,7 milhão de passageiros. Desde sua abertura à população, no dia 19 de setembro, a nova linha metroviária tem atendido, em média, a 85 mil passageiros por dia. A linha tem cinco estações (Jardim Oceânico, São Conrado, Antero de Quental, Jardim de Alah e Nossa Senhora da Paz) e aproximadamente 15 quilômetros de extensão.

 

Fonte: O Globo

Entrega dos presentes para as crianças do Hospital da Lagoa-09

Entrega dos presentes para as crianças do Hospital da Lagoa

APP Livrit

Aplicativo ajuda a encontrar rotas acessíveis no Rio

Dados são repassados à Prefeitura para que problemas sejam corrigidos

APP LivritUm aplicativo criado para ajudar deficientes faz o mapeamento de rotas acessíveis a cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção. O Livrit é uma ferramenta colaborativa e informa as barreiras existentes nas calçadas e estabelecimentos do município do Rio de Janeiro.

Dos 65 quilômetros mapeados pelo aplicativo, apenas nove foram considerados totalmente acessíveis. Os dados e reclamações dos usuários são repassados à Prefeitura para que os problemas sejam corrigidos.

Inicialmente, só as áreas de acesso às arenas de competição da Paraolimpíada e os pontos turísticos foram analisados. A previsão é de que outras áreas da cidade passem pelo mesmo processo.

*Post editado | Leia na íntegra no site da Band.

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Multa para motoristas flagrados pela Lei Seca terá aumento

A multa passará de R$ 1.915 para R$ 2.934,70

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Entre janeiro e setembro de 2016, 217 mil pessoas foram abordadas na Lei Seca / Reprodução Internet

A Operação Lei Seca terá uma punição mais severa aos motoristas que forem flagrados dirigindo embriagados ou que se recusarem a fazer o teste do bafômetro, a partir do dia 1º do próximo mês.

A multa que atualmente é de R$ 1.915, vai aumentar para R$ 2.934,70, no estado do Rio. Outra mudança na legislação de trânsito garante a suspensão da carteira de habilitação por 12 meses.

Outro ponto alterado pune com a perda de 7 pontos na carteira o motorista que estacionar indevidamente em vaga de idoso ou deficiente. Já o uso do celular durante a direção vai passar de infração média a gravíssima.

Taxa de mortes

Segundo dados do Instituto de Segurança Pública e do Departamento Nacional de Trânsito, o número de mortes por veículos foi reduzido em aproximadamente 50% em 7 anos.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o quarto país do mundo com o maior número de mortes em acidentes de trânsito por ano.

Atualmente, o país tenta atingir a redução de 50%, de casos fatais em acidentes viários no período de 2011 a 2020, meta estipulada pela ONU.

Entre janeiro e setembro de 2016, 217 mil pessoas foram abordadas na Lei Seca.

Nesse período, 9 mil e 800 motoristas foram flagrados embriagados, número equivalente a 4,5% dos condutores abordados.

 

Fonte: Band | UOL

vacinação de cães e gatos

Vacinação para cães e gatos na quarta dia 19

Desta segunda até sexta-feira (17 a 21/10), as equipes de zoonoses da Vigilância Sanitária irão vacinar cães e gatos do Itanhangá, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Curicica, Gardênia Azul, Tanque, Taquara, Jacarepaguá, Anil, Cidade de Deus, Praça Seca, Vila Valqueire, Vargem Grande e Vargem Pequena, em 19 pontos, das 9h às 16h.

Os endereços dos pontos de vacinação podem ser consultados através do site www.rio.rj.gov.br/vigilanciasanitaria

 

Mais informações no site: https://goo.gl/RHQy7u

Fonte: Jornal do Recreio

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Rio vota, nesta quinta, se Barra e Recreio viram ‘Zona Oeste-Sul’

Projeto de lei já foi aprovado em primeira discussão e deve voltar à Câmara.
Jacarepaguá também passaria a fazer parte da nova delimitação.

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Barra da Tijuca pode virar uma espécie de Zona Sul da Zona Oeste (Foto: Mariucha Machado/G1)

Um projeto de lei (PL) que divide a Zona Oeste do Rio em duas — Norte e Sul — deve voltar à Câmara Municipal nesta quinta-feira (13) após ser aprovado em primeira discussão em agosto. A mudança colocaria bairros como Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá na “Zona Oeste-Sul”, enquanto Bangu, Deodoro e Magalhães Bastos fariam parte da “Zona Oeste-Norte”.

O projeto de lei é do vereador Marcelino D’Almeida (PP). Ele justifica a proposta “para que não mais se faça a confusão de dizer que os bairros da Barra da Tijuca e Jacarepaguá também pertencem a região da Zona Oeste”.
“Isso é um absurdo completo. Alguns vereadores daquela área querem dividir ainda mais a cidade. Na cabeça das pessoas já há uma divisão da zona oeste pobre e da zona oeste rica. Isso oficializaria essa ideia. Para que serve isso, para criar mais subprefeituras e cargos comissionados”, diz o vereador Paulo Pinheiro (Psol).
Protocolado em julho de 2015, o projeto de lei só foi votado mais de um ano depois — em agosto deste ano. Parte do texto foi substituído e, ao invés de tirar a Barra da Tijuca da Zona Oeste, decidiu-se que a região seria dividida em duas.

A proposta é a sétima da ordem do dia, mas deve ser votada ainda nesta quinta. Se aprovada por vereadores, como foi na primeira discussão, vai ao gabinete do prefeito Eduardo Paes para ser sancionada.

Fonte: G1

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Jacaré na Lagoa da Tijuca, em trecho conhecido como praia dos jacarés - Analice Paron -Analice Paron

Capivaras e jacarés sofrem com ação de caçadores nas lagoas da Barra

Ambientalistas tentam combater o crime, que não é devidamente fiscalizado

Jacaré na Lagoa da Tijuca, em trecho conhecido como praia dos jacarés - Analice Paron -Analice Paron

Jacaré na Lagoa da Tijuca, em trecho conhecido como praia dos jacarés – Analice Paron / Analice Paron

Já castigada pela poluição do seu habitat, a fauna do complexo lagunar da Barra sofre com outro grave problema: a caça. Os alvos principais são as capivaras e os jacarés, cujas carnes são valorizadas e vendidas ou consumidas pelos criminosos. A situação, dizem os ambientalistas, é conhecida por qualquer pessoa que frequente ou tenha algum conhecimento sobre a área.

A luta do biólogo Marcello Mello contra a caça de animais silvestres já dura mais de uma década. Morador da Ilha Primeira há 15 anos, ele diz que o primeiro problema que notou ao chegar na região foi a matança de pássaros como coleiros, trinca-ferros e sanhaços. Toda semana, Mello resgata animais doentes, devido à poluição, ou machucados, consequência da ação de caçadores. Já bastante conhecido por moradores da região, ele é sempre acionado para resolver problemas dessa natureza.

— Em média, duas vezes por semana resgato animais de vários tipos — afirma o biólogo, que já denunciou o problema diversas vezes. — Todos os barqueiros conhecem a situação. Para mim é muito difícil fiscalizar sem um distintivo. Já encontrei caçador atuando e fui ameaçado.

A fiscalização escassa é a principal dificuldade no combate à caça, diz Mello. Outro problema, segundo o biólogo, é a falta de educação ambiental.

— Eu costumava ir aos conselhos de segurança, e sempre dizia que ninguém se preocupava com esse tipo de crime. A Polícia Ambiental tem um contingente pequeno e age mais nas florestas, nas unidades de conservação. O governo também não se preocupa em fazer um trabalho de educação ambiental com a população que vive no entorno das lagoas, o que é muito necessário.
Marcello Mello diz que há três tipos de caça: a primeira seria a “farra da cachaça”, em que as pessoas comem a carne dos animais mortos às margens das lagoas, logo após matá-los; a caça para venda da carne; e a “caça da maldade”, feita em menor escala, em que se atira em capivaras e jacarés por mera diversão. Na maioria dos casos, diz ele, os caçadores são moradores de comunidades próximas às lagoas:

— Normalmente são pessoas vindas do interior e acostumadas a capturar animais. Os caçadores agem no fim da tarde, quando as capivaras aparecem, e usam armadilhas, facões, cordas ou armas de fogo.

O biólogo Ricardo Freitas, que pesquisa os jacarés nas lagoas da região, também lamenta a situação. Ele diz que em torno das lagoas é fácil mapear pontos de descarte de carcaças e vísceras:

— Esse circuito é muito conhecido. Já levei a Patrulha Ambiental (formada por técnicos do Inea) a locais onde os caçadores limpam a carne, mas eles não tinham poder de polícia. Em alguns pontos há até panelas e churrasqueiras escondidas. Na Lagoa de Marapendi são vários. Na Lagoa de Jacarepaguá, atrás do aeroporto, há um também. Os caçadores já deixam os carros em acessos que não são usados por pescadores.

Polícia diz desconhecer problema

O biólogo Ricardo Freitas diz que já passou por momentos de tensão: certa vez, deparou com um caçador em ação e correu o risco de ser alvejado por tiros disparados contra os animais que ele perseguia. Assim como o colega Marcelo de Mello, ele reclama da falta de fiscalização.

— A Polícia Ambiental só trabalha em horário comercial, e a caça ocorre mais à noite. Na prática, a fiscalização ambiental não funciona. Eles têm treinamento militar para atuar, mas não em crimes ambientais. Acho que falta eles buscarem informações com quem conhece a região. É mais uma mancha no legado ambiental que muitos imaginariam que viria com a Olimpíada, como foi prometido.

Há duas semanas, o biólogo Mario Moscatelli postou a foto de uma carcaça de capivara que viu boiando na Lagoa da Tijuca. Ele diz que geralmente encontra animais mortos nas áreas de mangue e de brejo onde sua equipe faz trabalhos, principalmente nas lagoas do Camorim e da Tijuca, nos locais conhecidos como Saco Grande e Saquinho.

— Os animais já são sobreviventes do holocausto ambiental que ocorre no sistema lagunar. Para piorar, infelizmente não há fiscalização sistemática; cada um faz o que quer — reclama

Apesar dos relatos, a Polícia Ambiental diz desconhecer o problema. Durante o período da Olimpíada e da Paralimpíada, o órgão reforçou a vigilância na região, e havia rondas diárias nas lagoas, em especial na de Jacarepaguá. Segundo o coronel André Vidal, comandante do batalhão, porém, não houve qualquer ocorrência ambiental nesse período.

— Ficamos quase dois meses nas lagoas e não vimos nada. Normalmente nós apreendemos armas de caça e armadilhas em outros municípios do estado. Ano passado, foram quase 400 armas. Mas nas lagoas da Barra nunca vimos caça — afirma Vidal, dizendo-se à disposição dos ambientalistas. — Se houver denúncia, vamos pessoalmente aos locais.

Já a Secretaria estadual do Ambiente, responsável pela Patrulha Ambiental, afirmou ao GLOBO que realiza operações esporádicas nas lagoas em parceria com a Polícia Ambiental.

Para Marcelo Mello, o desconhecimento dos agentes públicos reflete o descaso com a situação das lagoas:

— Falta investimento em pesquisa. Catalogar a fauna das lagoas, por exemplo. Não existe preocupação em identificar e estudar a vida silvestre daqui. Os animais estão entregues à própria sorte. Nós só contamos com trabalhos independentes, feitos por ambientalistas.
Fonte: O Globo