Academia no Recreio oferece fisioterapia a jovens com deficiência-capa

Academia no Recreio oferece fisioterapia a jovens com deficiência e ioga aos seus responsáveis

Aulas destinadas a famílias de baixa renda acontecem duas vezes por semana

Academia no Recreio oferece fisioterapia a jovens com deficiência

Eduarda durante a aula de natação destinada a famílias de baixa renda na Aqua Fitness – Hermes de Paula / Agência O Globo

Há quase duas décadas, um projeto social voltado para a reabilitação de crianças e adolescentes com diferentes tipos de deficiência é oferecido a famílias de baixa renda pela Acqua Fitness, no Recreio. Recentemente, além das aulas realizadas duas vezes por semana, a academia passou a oferecer sessões de fisioterapia ao grupo. E uma segunda novidade: enquanto esperam os jovens, os responsáveis podem participar de aulas de ioga, também gratuitas.

Fisioterapeuta responsável pelas novas turmas do projeto, Bruna Barbosa explica que o trabalho focado nos movimentos dos alunos visa a aumentar a qualidade de vida e, ao mesmo tempo, complementar as atividades na piscina.

— A natação traz mais força, e a fisioterapia proporciona um ganho de flexibilidade, equilíbrio, coordenação motora e conhecimento corporal. Fazemos as aulas em sequência, e a performance deles na natação melhorou bastante — afirma.

Há 11 anos, a dona de casa Ana Flávia Fagundes leva o filho Thiago, de 18 anos, portador da síndrome de Landau-Kleffner, para as aulas de natação da academia. Agora, beneficia-se ela própria das sessões de ioga oferecidas aos pais.

— Aprendi a respirar de forma correta e até a fazer meu intestino funcionar melhor com a ajuda dos movimentos executados na aula. A gente também precisa de alguma atividade pra aliviar a cabeça, não é? — diz Ana, ressaltando que sai das aulas “mais leve”.

Enquanto aguarda o filho Wallace, de 18 anos, que tem deficit intelectual, e a neta Eduarda Vitória, de 10 anos, portadora da síndrome de Rett, a dona de casa Zuleica de Carvalho também faz as aulas de ioga.

— É uma coisa cara, eu não teria condições de pagar, mas já tinha ouvido falar. Estou adorando; saio daqui mais relaxada. Tenho que tomar cuidado para não dormir na aula — diverte-se.

Fonte: O Globo

Candidatos a prefeito apresentam propostas para a Barra e região

Candidatos a prefeito apresentam propostas para a Barra e região

Eles falam sobre sete temas que são de competência do Poder Executivo Municipal

Candidatos a prefeito apresentam propostas para a Barra e região

Avenida Embaixador Abelardo Bueno, perto do Parque Olímpico – Leo Martins / Agência O Globo

Em 2 de outubro, aproximadamente 4,8 milhões de eleitores, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), devem ir às urnas do Rio de Janeiro para escolher o prefeito e os 51 vereadores do município. Este ano, as regras da propaganda eleitoral gratuita na televisão sofreram alterações. Diferentemente dos anos anteriores, quando eram reservados 30 minutos de campanha para as coligações majoritárias num dia e 30 para as proporcionais no outro, este ano apenas os postulantes ao Palácio da Cidade ocupam um tempo contínuo na TV e no rádio. Mesmo assim, são apenas dez minutos divididos, proporcionalmente, entre os 11 candidatos. O restante da propaganda eleitoral é diluído na programação ao longo do dia.

Isso reduz o número de pessoas que acompanham a campanha pelas mídias tradicionais e ao mesmo tempo força os candidatos a falarem de forma genérica, sem se aprofundar em suas propostas sobre cada assunto e para cada região da cidade.

Pensando nisso, O GLOBO-Barra propôs aos candidatos a prefeito que apresentassem suas propostas de governo específicas para a região.

Os políticos foram convidados a enviar, por e-mail, uma síntese de seus planos para a Barra e os bairros vizinhos nas áreas de cultura, conservação, mobilidade, saúde, saneamento básico, educação e segurança, com a garantia de que todos que o fizessem teriam o mesmo espaço na reportagem. As três primeiras são atribuições exclusivamente da prefeitura, segundo o TRE. Saúde, saneamento, educação e segurança são temas compartilhados com outras esferas do poder público. Mas a maior parte dos aspirantes a administrar a cidade entende que a participação da prefeitura nestas searas precisa ser maior.

Os candidatos Alessandro Molon (Rede), Carlos Osorio (PSDB), Camen Migueles (Novo), Flávio Bolsonaro (PSC), Jandira Feghali (PCdoB), Marcelo Freixo (PSOL) e Pedro Paulo (PMDB) responderam às perguntas. Índio da Costa (PSD) reuniu as áreas em que há parceria com outras esferas num único tópico, sem especificar as propostas. O senador Marcelo Crivella (PRB) enviou apenas uma resposta curta. Já Cyro Garcia (PSTU) e Thelma Bastos (PCO) não responderam.

Alguns candidatos revelaram suas propostas específicas para a Barra e os arredores, enquanto outros fizeram um resumo de seu plano de governo, afirmando que muitas ideias servirão para a cidade inteira. No que se refere à mobilidade, ainda um gargalo na região, a maioria fala em rever a reorganização das linhas de ônibus e em integração entre os modais, bem como em expansão do metrô e atenção a bicicletas e pedestres. Na área de saúde, o modelo das Organizações Civis foi criticado. Em educação, as necessidades de construir creches e de oferecer horário integral foram citadas. Muitos falaram em dar mais atribuições à Guarda Municipal e ocupar os espaços públicos como forma de melhorar a segurança.

Dentre os que responderam ao GLOBO-Barra, só Marcelo Crivella não detalhou cada tema. Ele destacou o crescimento econômico da região e os consequentes desafios: “A especulação imobiliária, a poluição de suas lagoas e a mobilidade urbana. É preciso ouvir os moradores, debater com eles as questões locais e dialogar com estado e governo federal”.

 

Confira!

 

Fonte: O Globo

lagoa da barra

Candidatos veem degradação das lagoas de Jacarepaguá e prometem recuperá-las

Dos 11 postulantes à prefeitura convidados a navegar pelos lagos da região, três comparecem

lagoa da barra

Depois, não vai dar para dizer que desconheciam a real situação. Na semana passada, o ambientalista Mario Moscatelli se dispôs a ciceronear todos os candidatos a prefeito do Rio num passeio pelo sistema lagunar de Jacarepaguá, para mostrar a degradação e cobrar compromisso na busca por uma solução. Dos 11 aspirantes ao cargo, três compareceram: Carlos Osorio (PSDB), Marcelo Freixo (Psol) e Índio da Costa (PSD). Quatro — Flávio Bolsonaro (PSC), Alessandro Molon (Rede), Carmen Migueles (Novo) e Jandira Feghali (PCdoB) — mandaram seus companheiros de chapa —, e outros quatro — Pedro Paulo (PMDB), Marcelo Crivella (PRB), Cyro Garcia (PSTU) e Thelma Bastos (PCO) — não compareceram.

— Todos os candidatos foram convidados. Aqueles que acharam o tema importante vieram. Aqueles que tinham coisas mais importantes para fazer não vieram — alfinetou Moscatelli.

O GLOBO-Barra acompanhou a visita. A partida foi do píer do Inea, na Lagoa da Tijuca. Tomas Pelosi, vice de Carmen Migueles, mora ao lado da lagoa desde a infância. Já andou de barco e praticou windsurfe por lá, e, mesmo assim, admitiu, não tinha ideia de como a situação é crítica.

— A gente não tem ainda uma solução pronta, mas evidentemente isso aqui é prioridade zero no Rio de Janeiro, porque não é apenas um crime ambiental, como o Mario (Moscatelli) falou, é também um crime econômico — declarou.

Índio da Costa morou na região até a década de 1990 e diz que, na época, chegou a nadar na lagoa quando ela era limpa. Em 2014, quando foi secretário estadual do Ambiente, tentou combater a poluição do local, afirma:

— O nosso projeto é primeiro fazer a parte da prefeitura, evitando que entre esgoto na lagoa. Depois, com o governo do estado ou recursos internacionais, buscar apoio para fazer a dragagem que começamos, mas que, infelizmente, o estado não conseguiu fazer por causa do Ministério Público, e, depois, da falta de dinheiro.

Os candidatos também mencionaram a necessidade de melhorar o saneamento básico na região. Roberto Anderson, vice de Molon, questionou a forma de ocupação da Barra, sem a criação um sistema adequado.

— Fazer a despoluição das lagoas era um legado da Olimpíada. Tem que fiscalizar para que, efetivamente, todas as áreas edificadas e condomínios se conectem à rede que leva ao emissário submarino, assim como todas as comunidades, porque esse também é um grande problema — analisou.

Marcelo Freixo apontou o despejo de esgoto como o principal ponto a combater. Disse que a região poderia oferecer formação ambiental e gerar empregos, tanto em obras de saneamento como no turismo:

— Rio das Pedras é um setor que tem que ter saneamento básico urgente. É prioridade para a comunidade e para a questão ambiental. Não é verdade que seja só Rio das Pedras que polui, mas o saneamento básico é decisivo para garantir a dignidade das pessoas.

O vice de Jandira Feghali, Edson Santos, por sua vez, afirmou que é importante identificar os poluidores:

— É preciso ter um tratamento que enfoque a questão social e cuide também da fiscalização de condomínios que jogam esgoto nas lagoas.

Sem citar uma ação específica, Rodrigo Amorim, vice na chapa de Flávio Bolsonaro, disse que é preciso pensar a sustentabilidade “como um todo”:

— O próximo prefeito terá que dar uma atenção específica para estas lagoas, sobretudo para o entorno, onde estão os grandes poluidores.

Carlos Osorio classificou o sistema lagunar de Jacarepaguá como um dos maiores ativos ambientais do Rio e lamentou a degradação. Prometeu despoluir os rios e investir no saneamento da região. Ele, que em fevereiro deste ano era secretário estadual de Transportes, vê as lagoas como alternativa para desafogar o trânsito.

— As possibilidades são inúmeras. Temos oportunidades nas áreas de turismo e de transporte. Vamos trabalhar muito na implantação do transporte aquaviário aqui. Isso é uma concessão municipal — afirmou.

Apesar das ausências, Mario Moscatelli se mostrou satisfeito com o encontro:

— O objetivo é mostrar ao futuro prefeito que a situação é terminal. Não dá mais tempo para ficar de promessa. A gente precisa de algo concreto já no dia em que o vencedor assumir a prefeitura, porque o sistema lagunar da Baixada de Jacarepaguá, hoje, é a maior latrina particular do município do Rio de Janeiro. Todos os seus rios estão podres.

Fonte: O Globo

manutenção e reposição das papeleiras destruídas  da praça 1

Manutenção e reposição das papeleiras destruídas da praça

manutenção e reposição das papeleiras destruídas da praça 1

manutenção e reposição das papeleiras destruídas da praça 2

manutenção e reposição das papeleiras destruídas da praça 3

manutenção e reposição das papeleiras destruídas da praça 4

manutenção e reposição das papeleiras destruídas da praça 5

 

Ofício

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Paralimpíadas Rio 2016

Essa é a Rosinha, moradora aqui de Barra Bonita, atleta paralímpica, já foi para as paralimpíadas de Sydney, Atenas e Pequim. E este ano estará nos representando mais uma vez aqui nas paralimpíadas do Brasil.

#Rio2016 #Paralimpíadas #VaiRosinha

 

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